The critique and transcendence of universal values through the humanity’s common values: a theoretical investigation on Marx’s thought on personal freedom
Yun Wang, Wenyu Liu, Peng Li
- Autor
- Yun Wang, Wenyu Liu, Peng Li
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 48 / 03
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.1590/0101-3173.2025.v48.n3.e025036
- Páginas
- e025036
- Idioma
- en
Os conceitos de “valores universais” e “valores comuns de toda a humanidade” são frequentemente confundidos. A literatura existente examinou a distinção entre esses dois conceitos dentro dos domínios filosóficos da ontologia, metodologia, epistemologia, perspectivas históricas e ética. A inovação deste artigo está em sua análise a partir de uma perspectiva mais micro, com foco no conceito de “liberdade individual”. A noção de “liberdade pessoal” de Marx é caracterizada como “liberdade concreta”, referindo-se ao “indivíduo real” como histórico, social e relacional. Em contraste, o conceito de “liberdade pessoal” dos filósofos liberais é visto como “liberdade abstrata”, em que o indivíduo é considerado inato, natural e independente. Marx se aprofundou no campo da produção material, concentrando-se no trabalho do indivíduo e nas relações de produção. Ele defendeu a abolição do trabalho alienado, visando a uma sociedade na qual, em um sistema comunista, cada pessoa pudesse alcançar um desenvolvimento livre e abrangente. As disparidades entre essas noções de “liberdade pessoal” refletem as distinções fundamentais entre os “valores comuns para toda a humanidade” de Marx e os “valores universais” ocidentais.
