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TOMÁS DE AQUINO (750) E KANT (300): : ATO DE SER, FILOSOFIA CRÍTICA E PAZ PERPÉTUA

Sapere aude / Editor chefe (Ibraim Vitor de Oliveira)

Autor
Sapere aude / Editor chefe (Ibraim Vitor de Oliveira)
Revista
Sapere Aude
Edição
15 / 30
Ano
2025
Páginas
692-697
Idioma
pt
2025Sapere aude / Editor chefe (Ibraim Vitor de Oliveira). TOMÁS DE AQUINO (750) E KANT (300): : ATO DE SER, FILOSOFIA CRÍTICA E PAZ PERPÉTUA. Sapere Aude, v. 15, n. 30, p. 692-697, 2025.3

Há 750 anos Tomás de Aquino findara sua existência e se estabelecia definitivamente como fonte abundante para a reflexão filosófica e teológica. Muito diferente da percepção comum de que Tomás teria desenvolvido uma filosofia estática, essencialítica, ele, pelo contrário, foi detentor de um pensamento dinâmico atento aos problemas de seu tempo. A filosofia ocidental não foi a mesma desde que, há 300 anos, nascia um dos mais influentes pensadores ocidentais, Kant. As questões essenciais postas por Kant, continuam fundamentais: o que posso saber? O que devo fazer? O que posso esperar? O que é o homem? Permanece a certeza de que as reflexões desses dois ícones da filosofia ocidental continuam ainda muito pertinentes para se indagar criticamente sobre os problemas do tempo presente.