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TUM LONGAS CONDIMUS ILIADAS: THE PROPERTIUS’ HELEN

Paulo Martins

Autor
Paulo Martins
Revista
Revista Archai
Ano
2017
DOI
10.14195/1984-249X_21_5
Páginas
159
Idioma
pt
2017Paulo Martins. TUM LONGAS CONDIMUS ILIADAS: THE PROPERTIUS’ HELEN. Revista Archai, p. 159, 2017.2

Este artigo observa e analisa os usos da imagem poética de Helena em Propércio. Minha hipótese trabalha com a metáfora: “Cíntia é Helena.” Cíntia pode ser lida como o par amoroso do ego-Propertius a qual emerge da narrativa poética, e como metáfora da própria elegia de Propércio, assim minha questão é: como Helena pode ser associada a estas duas interpretações de Cíntia? Eu proponho duas possibilidades: Primeira, como uma amante, Cíntia pode ser comparada com Helena na beleza, na impudência, ou na infidelidade; segunda, como metáfora de poesia ou livro de elegias ”“ scripta puella ”“, Cíntia pode ser associada com a pintura de Helena feita por Zêuxis em Crotona, cujas principais características são a beleza e a perfeição de acordo com Cícero e Dionísio de Halicarnasso.