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Uma leitura possível da teoria do romance:: A subversão em face do presente e a negação da ressurreição do helenismo
Antonio Vieira da Silva
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Antonio Vieira da Silva
- Revista
- Kalagatos
- Edição
- 6 / 12
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.23845/kalagatos.v6i12.5949
- Páginas
- 21-54
- Idioma
- pt
2021Antonio Vieira da Silva. Uma leitura possível da teoria do romance:: A subversão em face do presente e a negação da ressurreição do helenismo. Kalagatos, v. 6, n. 12, p. 21-54, 2021.2
O presente trabalho tem como foco a discussão em torno do adjetivo romântico imputado ao Lukács da Teoria do romance por Michel Löwy. Para tanto, recorro às divergências e convergências da leitura do jovem Lukács com Hegel, no tocante as formas da grande épica e sobre o solo histórico que dá vida à epopéia e ao romance. Se de um lado Lukács assume de Hegel as categorias estéticas, por outro, se afasta da concepção positiva da sociedade moderna do autor da filosofia do direito. Por fim, retorno ao adjetivo romântico e suas determinações para daí refutar a nostalgia romântica de Lukács em relação à epopéia, atribuída por Löwy.
Palavras-chave:
