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Artigos

Universalidade subjetiva

Bernardo Barros Oliveira

Autor
Bernardo Barros Oliveira
Revista
Estudos Kantianos [EK]
Edição
6 / 2
Ano
2018
DOI
10.36311/2318-0501.2018.v6n2.15.p73
Páginas
73-78
Idioma
pt
2018Bernardo Barros Oliveira. Universalidade subjetiva. Estudos Kantianos [EK], v. 6, n. 2, p. 73-78, 2018.2

O problema da reivindicação de validade universal por parte de quem emite um juízo do tipo “isto é belo” levou a investigação crítico transcendental para o terreno do tradicional tema da beleza. Aqui se tenta resumir o modo como este problema é trazido para a esfera da investigação transcendental, a saber, em dois movimentos: o primeiro, que chamamos de negativo, visa demonstrar a ausência de interesses ou dependência para com o objeto, chegando com isso à definição de um modo de julgar cujo fundamento é o prazer, sendo este, porém, desinteressado.O segundo passo da terceira crítica consistiu em demonstrar a origem deste prazer desinteressado na psicologia transcendental, na relação entre as faculdades de conhecimento, especialmente as do entendimento e imaginação.