Voltar para Artigos
Artigos

Vestígio do não-idêntico na teoria estética adorniana: uma oposição à dessensibilização da indústria cultural

Anderson Alencar de Menezes, Dalmo Cavalcante de Moura

Autor
Anderson Alencar de Menezes, Dalmo Cavalcante de Moura
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
4 / 3
Ano
2017
DOI
10.18012/arf.2016.37489
Páginas
p.61-72
Idioma
pt
2017Anderson Alencar de Menezes, Dalmo Cavalcante de Moura. Vestígio do não-idêntico na teoria estética adorniana: uma oposição à dessensibilização da indústria cultural. Aufklärung: journal of philosophy, v. 4, n. 3, p. p.61-72, 2017.3

O presente trabalho tem como proposta dividir algumas inquietações acerca da estética de Adorno (1903-1969). A estética adorrniana propõe fazer uma retomada dos temas centras da análise estética e faz uma crítica as formulações mais tradicionais da estética. Kant (1989) defende a estética como parte de um juízo universal de sujeitos particulares. A obra de arte nessa estética é desinteressada. Por outro lado, Adorno (2013) observa que esse subjetivismo kantiano não responde bem as questões da estética. Sendo assim, partimos dessa crítica adorrniana para a formulação do artigo aqui. A Indústria cultural em sua estrutura utiliza-se da consciencia reificada para impossibilitar a formação plena.