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‘VOCÊ PODE ACHAR QUE O QUE CONTO É UMA CONFISSÃO’1: UMA ANÁLISE SOBRE MEMÓRIA E COMPAIXÃO DE TONI MORRISON

Douglas Santana Ariston Sacramento

Autor
Douglas Santana Ariston Sacramento
Revista
Lampejo - Revista Eletrônica de Filosofia
Ano
2018
Idioma
pt-BR
2018Douglas Santana Ariston Sacramento. ‘VOCÊ PODE ACHAR QUE O QUE CONTO É UMA CONFISSÃO’1: UMA ANÁLISE SOBRE MEMÓRIA E COMPAIXÃO DE TONI MORRISON. Lampejo - Revista Eletrônica de Filosofia, 2018.4

O presente artigo, retrata a condição da memória em personagens vinculados a narrativa Compaixão (2009), da escritora afro-americana Toni Morrison, vencedora do Nobel de Literatura (1993). O livro retrata uma narrativa ambientada no século XVI, ao retratar os primórdios do sistema escravocrata e sua relação em uma pequena comunidade: a fazendo Jublio, pós morte de Jacob Vaark – dono da fazenda. O tom memorialístico e passível de analise discorre sobre as personagens subalternas Florens e Sorrow, escravas; Lina que é remanescente indígena; Rebekka esposa do dono da fazenda Jublio; e Jacob, dono da fazenda Jublio. Assim sendo, a narrativa apresenta o uso constate da memória para narrar as personagens que evocam sua memória individuais e remetam a uma memória coletiva, para o leitor e um grupo social. Por meio do uso de memórias involuntárias e ícones que trazem a consciência memória passadas são utilizados para a formação dessas personagens.