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A PINTURA COMO LINGUAGEM: MERLEAU-PONTY CRÍTICO DE SARTRE

Tiago Nunes Soares Schweiger

Autor
Tiago Nunes Soares Schweiger
Revista
Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Edição
17 / 42
Ano
2025
DOI
10.36311/1984-8900.2025.v17n42.p353-369
Páginas
343-359
Idioma
pt
2025Tiago Nunes Soares Schweiger. A PINTURA COMO LINGUAGEM: MERLEAU-PONTY CRÍTICO DE SARTRE. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 17, n. 42, p. 343-359, 2025.3

O ensaio de Merleau-Ponty intitulado A linguagem indireta e as vozes do silêncio pode ser tomado como uma proposta de interpretação filosófica da pintura, mas sobretudo como uma resposta do filósofo às teorias estéticas de André Malraux e Jean-Paul Sartre, apresentadas em As vozes do silêncio e O que é literatura?, respectivamente. No presente artigo, proponho uma análise de sua resposta a Sartre, no que tange a questão da absoluta distinção, proposta por este, entre a pintura e a prosa em relação ao seu engajamento no mundo real.