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A SAGA DA GENOVEVA PIA NA CADÊNCIA MADRUGAL D’OS TAMBORES

Maria dos Milagres da Cruz Lopes, José Carlos de Castro Dantas

Autor
Maria dos Milagres da Cruz Lopes, José Carlos de Castro Dantas
Revista
Thaumazein: Revista Online de Filosofia
Edição
17 / 34
Ano
2024
DOI
10.37782/thaumazein.v17i34.5151
Páginas
27-36
Idioma
pt
2024Maria dos Milagres da Cruz Lopes, José Carlos de Castro Dantas. A SAGA DA GENOVEVA PIA NA CADÊNCIA MADRUGAL D’OS TAMBORES. Thaumazein: Revista Online de Filosofia, v. 17, n. 34, p. 27-36, 2024.4

A reflexão que se propõe neste artigo tem por objetivo uma breve ponderação entre filosofia e literatura sobre a saga da Genoveva Pia na cadência madrugal d’Os tambores de São Luís (1975), romance do grande poeta maranhense, Josué Montello (1917-2006), no qual faz-se uma narrativa entre a ficção e a realidade do período escravocrata colonial brasileiro no solo histórico de São Luís, MA. Para tanto, o texto se divide em duas partes: primeiro, volta-se a dialética entre história enquanto representativa e memória quanto fenômeno atualizável, individual e coletivo que se concretiza entre os espaços, acontecimentos, lembranças e esquecimento e, segundo, ressalta-se a importância da saga da preta Genoveva Pia, da persistência à resistência na acolhido, proteção e liberdade aos pretos e pretas, fazendo rememorar a ancestralidade do negro alforriado, Damião, personagem e narrador central do romance.