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BANALIZAÇÃO DA “BANALIDADE DO MAL” DE HANNAH ARENDT

José Francisco Lopes Xarão

Autor
José Francisco Lopes Xarão
Revista
PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA
Edição
8 / 15
Ano
2017
DOI
10.26694/pensando.v8i15.4548
Páginas
296-314
Idioma
pt
2017José Francisco Lopes Xarão. BANALIZAÇÃO DA “BANALIDADE DO MAL” DE HANNAH ARENDT. PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA, v. 8, n. 15, p. 296-314, 2017.3

Este artigo examina o uso recorrente da expressão banalidade do mal para descrever fenômenos muito distintos daqueles que lhe deram origem. Apresenta, sumariamente, o núcleo da controvérsia em torno do livro Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. Examina a transição de Arendt do conceito de Mal Radical para o termo banalidade do mal e critica a banalização deste termo.