Artigo
Ver fonte original- Autor
- Rodrigo Mendes de Souza
- Revista
- Revista Limiar
- Edição
- 6 / 12
- Ano
- 2019
- DOI
- 10.34024/limiar.2019.v6.9586
- Páginas
- 156-195
- Idioma
- pt
2019Rodrigo Mendes de Souza. Bauhaus e a puravisualidade. Revista Limiar, v. 6, n. 12, p. 156-195, 2019.3
O presente artigo percorre a extensão que a teoria da puravisualidade (Sichtbarkeit) adquire nos programas e na prática pedagógica da Bauhaus, como também as tensões e as distensões desta teoria com a objetividade (Sachlichkeit), representada pela produção do arquiteto e teórico Gottfried Semper. Para tanto, as referências são os textos de Konrad Fiedler, Adolf von Hildebrand, Alois Riegl, expoentes desta primeira corrente estética de matriz neokantiana. Assim, estas obras são contrastadas com os escritos do fundador da Bauhaus, Walter Gropius, e a produção dos alunos da escola durante o curso preliminar – Vorkurs –, fundado por Johannes Itten e, depois, legado a Laszlo Moholy-Nagy e Josef Albers.
Palavras-chave:
