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Dissertações

DESTINAÇÃO DOS BENS EXTERIORES EM TOMÁS DE AQUINO

Aldo Francisco Migot

Dissertação
Autor
Aldo Francisco Migot
Orientador(a)
Luis Alberto De Boni
Universidade
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL — PUC/RS
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
2000
2000Aldo Francisco Migot. DESTINAÇÃO DOS BENS EXTERIORES EM TOMÁS DE AQUINO. 2000. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL, RS. Orientador(a): Luis Alberto De Boni.3

O primeiro capítulo mostra como, no universo tomasiano e medieval, a posse dos bens exteriores é natural ao homem, dentro de uma ordem cósmica que privilegia o ser dotado de razão e de vontade. O segundo capítulo - ponto central da dissertação - trata da destinação universal dos bens exteriores, critério ao qual se submete toda forma histórica de propriedade privada. Passa pelos conceitos de Estado (civitas medieval), de bem comum, de lei, de justiça e de direito. Considera o desvio do Cardeal Caetano, ao entender a propriedade privada como direito natural. No terceiro capítulo analisa as formas históricas que a propriedade privada pode assumir, sem jamais serem definitivas nem pré-concebidas. Nas considerações finais, aborda a questão dos modernos bens culturais e tecnológicos. Têm as nações ( ou blocos de nações) o direito de reter para si os bens criados pelo homem, uma vez que este, em primeiro plano, é membro da espécie humana e não de tal ou qual nação. Os bens culturais criados pelo Homem teriam, também, uma clara destinação universal?