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Divertissement, segunda natureza e história:: Considerações sobre a leitura benjaminiana dos pensamentos de Blaise Pascal
João Emiliano Fortaleza de Aquino
Artigo
Ver fonte original- Autor
- João Emiliano Fortaleza de Aquino
- Revista
- Kalagatos
- Edição
- 3 / 5
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.23845/kalagatos.v3i5.5717
- Páginas
- 103-116
- Idioma
- pt
2021João Emiliano Fortaleza de Aquino. Divertissement, segunda natureza e história:: Considerações sobre a leitura benjaminiana dos pensamentos de Blaise Pascal. Kalagatos, v. 3, n. 5, p. 103-116, 2021.2
Este artigo estabelece um diálogo com a interpretação benjaminiana do barroco do século 17, particularmente com relação à sugestão que esta interpretação faz quanto ao pensamento de Blaise Pascal. Segundo Walter Benjamin, no conceito de divertissement o pensamento pascaliano expressa a época barroca, pois representa a vida como jogo, espetáculo e máscara; contudo, esta representação lúdica da vida expressaria, no barroco, uma concepção naturalista da vida histórica. Neste artigo, pretende-se demonstrar que, com o conceito de “segunda natureza”, que é fundamento do de divertissement, Pascal elabora um pensamento histórico não-naturalista.
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