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Mil horas para quê? A prática como componente curricular na licenciatura em história
Álvaro Pereira do Nascimento
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Álvaro Pereira do Nascimento
- Revista
- Antíteses
- Edição
- 6 / 12
- Ano
- 2013
- DOI
- 10.5433/1984-3356.2013v6n12p35
- Páginas
- 35-52
- Idioma
- pt
2013Álvaro Pereira do Nascimento. Mil horas para quê? A prática como componente curricular na licenciatura em história. Antíteses, v. 6, n. 12, p. 35-52, 2013.3
O artigo analisa as resoluções governamentais que reorientam os cursos de licenciatura, descreve a realidade existente até aquele momento e as dificuldades encontradas para efetivá-las e finalmente sugere maior diálogo dos historiadores das áreas mais consagradas com a produção acadêmica dos seus colegas do Ensino de História.
