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NE TRAVAILLEZ JAMAIS, OU DA CRÍTICA AOS PROCESSOS FORMATIVOS DO CAPITALISMO E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Roberto Rondon
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Roberto Rondon
- Revista
- Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE)
- Edição
- 24
- Ano
- 2016
- DOI
- 10.26512/resafe.v0i24.4767
- Páginas
- 254-269
- Idioma
- pt
2016Roberto Rondon. NE TRAVAILLEZ JAMAIS, OU DA CRÍTICA AOS PROCESSOS FORMATIVOS DO CAPITALISMO E SUAS CONSEQUÊNCIAS. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE), n. 24, p. 254-269, 2016.2
A pergunta sobre a qual queremos refletir nesse artigo é sobre os desafios colocados para a educação num tempo de crise global do modelo civilizatório da sociedade do trabalho. Guerra, violência urbana, desemprego, crise hídrica, corrupção, enfim, precarização e destruição da vida são algumas das notícias espetacularizadas que nos cercam todos os dias, sem que consigamos fazer a ligação de todos esses aspectos como consequências necessárias da lógica do trabalho capitalista. Amparados nas percepções de Marcuse, e de De Grazia, pretendemos abordar as possibilidades da crítica aos princípios formativos dessa sociedade, como forma de abrir novas possibilidades para a formação humana.
