O conceito de filosofia cristã e o problema filosófico da linguagem em Erasmo Bautista
Jacob Bunganza Torio
- Autor
- Jacob Bunganza Torio
- Revista
- Polymatheia - Revista de Filosofia
- Edição
- 18 / 3
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.52521/poly.v18i3.16389
- Páginas
- e25032
- Idioma
- pt
Neste artigo, o autor explora a concepção que Erasmo Bautista, filósofo da Universidade Pontifícia do México, sustenta sobre a filosofia cristã e a linguagem. Em sua obra Filosofia cristã no horizonte do tríplice ministério, Bautista define a filosofia cristã em quatro acepções: filosofia dos cristãos, da religião cristã, expressa pelo cristianismo e naturaliter christiana. Influenciado por Gilson, Coreth e Rahner, ele argumenta que a fé enriquece a razão sem contradizê-la, integrando verdades reveladas. Em A linguagem, Bautista concebe a linguagem como um signo humano que transcende o meramente sígnico — um sistema expressivo que ordena o conhecimento e media a autorrealização humana. Sua abordagem, ontológica e antropológica, vincula a linguagem à interação comunicativa, destacando seu caráter reflexivo. Enraizada na tradição tomista e contemporânea, a filosofia de Bautista reafirma a relevância da filosofia cristã no diálogo racional
