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O contrato social:: Os limites da unidade teórica e da revolução

Ericson Falabretti

Autor
Ericson Falabretti
Revista
Kalagatos
Edição
4 / 8
Ano
2021
DOI
10.23845/kalagatos.v4i8.5858
Páginas
45-78
Idioma
pt
2021Ericson Falabretti. O contrato social:: Os limites da unidade teórica e da revolução. Kalagatos, v. 4, n. 8, p. 45-78, 2021.2

Este trabalho investiga a ligação sistemática entre os problemas levantados pelas duas primeiras obras de Rousseau sobre os conceitos de natureza e de civilização e as teses defendidas pelo Contrato Social. Examina, principalmente, o rigor metódico e o alcance da resposta engendrada pelo pacto social diante da crítica aos efeitos do progresso na vida homem: a aparência, a desigualdade e a servidão. Esse exame procura mostrar, primeiro, como o Contrato Social supera esses problemas a partir de uma teoria da soberania fundada na alienação total dos contratantes; depois, discute a natureza dessa resposta e o conceito rousseauniano de liberdade para, finalmente, concluir em favor de algumas razões que sustentam que a obra política deRousseau se mantém no domínio teórico do dever ser.