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O CRIME-DESASTRE DA BARRAGEM DE FUNDÃO/MARIANA: COMO DAR NOME À MEMÓRIA DO TRAUMA?
Edvaldo Antonio de Melo, Maria Elisa Silva Mendes
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Edvaldo Antonio de Melo, Maria Elisa Silva Mendes
- Revista
- Thaumazein: Revista Online de Filosofia
- Edição
- 18 / 35
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.37782/thaumazein.v18i35.5103
- Páginas
- 43-60
- Idioma
- pt
2025Edvaldo Antonio de Melo, Maria Elisa Silva Mendes. O CRIME-DESASTRE DA BARRAGEM DE FUNDÃO/MARIANA: COMO DAR NOME À MEMÓRIA DO TRAUMA?. Thaumazein: Revista Online de Filosofia, v. 18, n. 35, p. 43-60, 2025.5
Resgatar a identidade de um povo significa revisitar sua memória, sua história e as lembranças que determinam a construção de sua identidade. O presente ensaio busca refletir sobre os impactos da mineração, suas causas, impasses e consequências na memória e na construção das identidades locais, a saber, das comunidades afetadas. Tendo em vista o rompimento ocorrido na barragem de Fundão, surgem algumas provocações ético-filosóficas, tais como: por que falar de crime-desastre e não simplesmente de desastre ou rompimento da barragem? Como dar nome a esta memória do trauma, do inexplicável? Afinal, como pensar a memória da comunidade no pós-rompimento?
