O gosto e o valor de seu cultivo para consumar a obra teórica de Montesquieu em sentido filosófico e político
Arlei de Espíndola
- Autor
- Arlei de Espíndola
- Revista
- Revista DIAPHONÍA
- Edição
- 12 / 1
- Ano
- 2026
- DOI
- 10.48075/rd.v12i1.37248
- Páginas
- 93-114
- Idioma
- pt
Na senda de valorizar a pesquisa que os filósofos da ilustração realizam e os interesses que manifestam, utilizo-me aqui, centralmente, de Montesquieu, que, por uma escrita aberta, móvel e multifacetada, partindo de um texto inacabado, de publicação póstuma, discute o nexo de gosto, prazer e felicidade. Ligo-o ao conjunto da obra, por minha conta, vendo-o na relação com o âmbito moral, ético, político, jurídico, pedagógico, principalmente, maneira pela qual fundamenta este uma especulação, longe de ser desprezível. Visa a esfera da filosofia e do direito, tendo-a enquanto meta, mas manifesta especial consideração pela criatividade humana, sendo o motivo porque adere, mesmo que tardiamente, ao estudo da estética e da filosofia da arte, desejando vislumbrar, fazer render, frutos ainda maiores, auxiliando na perspectiva de realizar-se secularmente, representando o móbil de todos os recursos diferenciados de que se utiliza o ser humano.
