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Parresía entre Crianças em seus Cotidianos Escolares: Uma Possibilidade para que as pequenas se constituam como sujeitos rechassantes de efetivar violências entre si nessas instituições. Hipóteses à luz de estudos de Foucault

Eduardo Alexandre Santos de Oliveira, Poliana Fabíula Cardozo

Autor
Eduardo Alexandre Santos de Oliveira, Poliana Fabíula Cardozo
Revista
Kalagatos
Edição
21 / 2
Ano
2024
Páginas
eK24042
Idioma
pt
2024Eduardo Alexandre Santos de Oliveira, Poliana Fabíula Cardozo. Parresía entre Crianças em seus Cotidianos Escolares: Uma Possibilidade para que as pequenas se constituam como sujeitos rechassantes de efetivar violências entre si nessas instituições. Hipóteses à luz de estudos de Foucault. Kalagatos, v. 21, n. 2, p. eK24042, 2024.2

Partindo da análise foucaultiana acerca da parresía (em seu aspecto geral e sobretudo nos âmbitos socrático, epicurista, estoico e cínico), esse artigo levanta hipóteses de como tal prática ao ser executada por crianças dentro das escolas, pode fazer com que essas se constituam como sujeitos plurais e tolerantes a ponto de ali, deixarem de praticar violências entre si. Tais conjecturas se dão em meio a possíveis relações cotidianas que essas pequenas possuem mutuamente nesses aparatos – dado que os investimentos escolares (do dispositivo de infantilidade) as fazem visualizar a vida de um modo que, também, permite a efetivação da violência.