Voltar para Dissertações
Dissertações

Progresso moral na filosofia da história de Kant entre 1781 e 1788

João Roberto Barros II

Dissertação
Autor
João Roberto Barros II
Orientador(a)
Inácio Helfer
Universidade
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS — UNISINOS
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
2006
2006João Roberto Barros II. Progresso moral na filosofia da história de Kant entre 1781 e 1788. 2006. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS, RS. Orientador(a): Inácio Helfer.2

A pesquisa tem como foco principal ressaltar os pontos de contato dos textos de Filosofia da História com os textos do considerado período crítico, 1781 a 1788, de Immanuel Kant (1704-1784). Para tanto, é feita uma explanação introdutória a respeito do tratamento dado por Kant aos conceitos de dever, liberdade, imortalidade da alma e Deus, pertinentes a sua Ética nos textos """"Crítica da Razão Pura"""", """"Crítica da Razão Prática"""" e """"Fundamentação da Metafísica dos Costumes"""", acrescentando uma reflexão sobre a noção de progresso. Em um segundo momento, é feita uma transição do campo da moral para a Filosofia da História, salientando o papel da espécie humana como noão que sobrepõe e desempenha com maior eficiência o papel antes delegado ao conceito da imortalizadade da alma; nesta parte também se procura explorar o conceito de insociável sociabilidade. A partir dessa fase, a pesquisa é direcionada a uma análise das Quarta, Quinta, Sexta e Sétima proposições de """"Idéia Universal de um Ponto de Vista Cosmopolita"""", erigindo-a ao patamar de obra-chave da investigação ao servir de eixo ao redor do qual giram outras obras utilizadas. Para finalizar, na terceira parte, se retoma as obras """"Crítica da Razão Pura"""", """"Fundamentação da Metafísica dos Costumes"""" e """"Crítica da Razão Prática"""", evidenciando a conexão temática com os escritos de Filosofia da História no que concerne ao progresso e ao sumo bem. A investigação conclui evidenciando os pontos de contato entre Ética e Filosofia da História, salientando que os escritos kantianos sobre Ética são muito mais ricos e profícuos quando se leva em consideração a abordagem da Filosofia da História.