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Trinta e cinco anos do ECA na educação, comemorar ou denunciar: análise crítica a partir da categoria de totalidade

Manoel Francisco do Amaral

Autor
Manoel Francisco do Amaral
Revista
Filosofia e Educação
Edição
17
Ano
2025
DOI
10.20396/rfe.v17i00.8660887
Páginas
e025017-e025017
Idioma
pt
2025Manoel Francisco do Amaral. Trinta e cinco anos do ECA na educação, comemorar ou denunciar: análise crítica a partir da categoria de totalidade. Filosofia e Educação, v. 17, p. e025017-e025017, 2025.2

O presente artigo tem como objetivo desenvolver uma reflexão crítica a respeito da Lei 8069 de 13 de julho de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o qual já completa 35 anos de sua publicação, assim como seu impacto na formulação de políticas afirmativas como ferramentas de luta em defesa dos direitos sociais. Procura-se compreender como se dá a concepção de educação, a valorização dos profissionais da educação e a questão dos investimentos, ponto nevrálgico, pela própria falta de priorização de investimentos em educação na história do Brasil. Defende-se, a partir da categoria de totalidade lukacsiana, a educação como ferramenta de humanização, de construção da consciência crítica em relação a direitos sociais, tais como trabalho, saúde, educação, segurança e outros, necessários à vida digna em sociedade.