- Autor
- Oswaldo Dalberio
- Revista
- Educação e Filosofia
- Edição
- 1 / 2
- Ano
- 2008
- DOI
- 10.14393/REVEDFIL.v1n2a1987-1994
- Páginas
- 81-83
- Idioma
- pt
Para se fazer uma avaliação devem ser considerados vários elementos constituintes do processo de aprendizado. A saber: aquisição de conteúdo programático, capacidade de reflexão e partir de conceituação teórica e científica, aplicação da teoria na práxis intelectual, ou seja, na produção científica de conhecimento, ato-avaliação do processo de envolvimento no conteúdo e na reflexão filosófica. Sabemos dos problemas enfrentados tanto pelo professor quanto pelo estudante, na aquisição de conteúdo filosófico. Primeiro é a educação global, ou seja, os primeiro e segundo graus mal feitos gerando a falta de capacidade em aprofundar questões, pensar uma dada realidade e mais ainda posicionar-se frente à política, à economia, à sociedade e à própria percepção de mundo, a cosmovisão. O professor tem que assumir o papel de mágico, ao mesmo tempo transmitir conteúdo e ensinar pressupostos elementares que já deveriam ser do domínio do aluno. Partindo daí fica defasado o processo de aquisição: primeiro o ensinar a pensar, segundo como pensar, o que pensar e o de onde pensar. [...] Palavras-chave: Avaliação; Aprendizado; Práxis; Reflexão filosófica.
