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NIETZSCHE E A CRÍTICA AO HISTORICISMO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA RELAÇÃO ENTRE HISTÓRIA E VIDA NA SEGUNDA CONSIDERAÇÃO INTEMPESTIVA. .NIETZSCHE E A CRÍTICA AO HISTORICISMO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA RELAÇÃO ENTRE HISTÓRIA E VIDA NA SEGUNDA CONSIDERAÇÃO .INTEMPESTIVA

MARCIO JOSE S. LIMA

Dissertação
Autor
MARCIO JOSE S. LIMA
Orientador(a)
Robson Costa Cordeiro
Universidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ) — UFPB-JP
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
2012
2012MARCIO JOSE S. LIMA. NIETZSCHE E A CRÍTICA AO HISTORICISMO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA RELAÇÃO ENTRE HISTÓRIA E VIDA NA SEGUNDA CONSIDERAÇÃO INTEMPESTIVA. .NIETZSCHE E A CRÍTICA AO HISTORICISMO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA RELAÇÃO ENTRE HISTÓRIA E VIDA NA SEGUNDA CONSIDERAÇÃO .INTEMPESTIVA. 2012. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ), PB. Orientador(a): Robson Costa Cordeiro.2

RESUMO O presente trabalho tem por finalidade analisar, através de uma leitura interpretativa, a crítica nietzschiana ao historicismo a partir da relação entre história e vida. O historicismo é compreendido nesta dissertação como o uso exagerado do conhecimento histórico, a crença em uma filosofia da história conforme apresentou o hegelianismo e a objetividade da história enquanto ciência moderna. Segundo Nietzsche, a forma como se concebia a história no século XIX, tornava a vida doente e degenerada. O excesso de cultura histórica retirava do homem o poder próprio da criação e lhe restringia a mera reprodução do passado. O passado era visto como um modelo a ser copiado, pois, influenciado pela filosofia da história que apontava para um devir determinado por uma entidade metafísica e o cientificismo que concebia a história como uma ciência que descreve com exatidão o passado, o homem tornou-se incapaz de criar e passou apenas a viver a história dos outros, a história daqueles que já foram. A humanidade tornou-se velha, caduca, sem vitalidade. Neste contexto, em sua Segunda Intempestiva, o filósofo alemão aponta para aquilo que seria uma utilização proveitosa da história a serviço da vida. Refletindo sua utilidade e sua desvantagem, o pensador direciona os rumos da história para um outro sentido. Uma nova maneira de se conceber a história como atividade criativa em extrema consonância com a vida.