Subjetividade, escrita de si e o simbolismo da mandala: uma genealogia foucaultiana sobre a autobiografia de Carl Gustav Jung
Pedro Ragusa, Alfredo dos Santos Oliva
- Autor
- Pedro Ragusa, Alfredo dos Santos Oliva
- Revista
- Antíteses
- Edição
- 15 / 30
- Ano
- 2022
- DOI
- 10.5433/1984-3356.2022v15n30p218-242
- Páginas
- 218-242
- Idioma
- pt
As escritas de si, ou narrativas autobiográficas, constituem uma rica documentação para pesquisas historiográficas quando a investigação histórica busca conhecer formas e práticas de subjetividade em um passado individual e social. A partir dos estudos de autores como Michel Foucault, a historiografia contemporânea localiza nas escritas de si uma importante e necessária documentação para delimitar e problematizar “objetos” como o sujeito. Através da relação entre autor-vida-obra, essa pesquisa problematiza a construção da subjetividade por meio de uma leitura foucaultiana sobreas práticas de subjetivação na composição e modificação de si mesmo. Assim, essa pesquisa foi mobilizada pelo interesse na problematização da modificação e transformação da subjetividade de Carl Gustav Jung a partir da leitura de suas experiências pessoais narradas em sua autobiografia.
