Pesquisa
O USO DO SÍMBOLO NO SALÃO DE 1767
O presente artigo tem como principal objetivo explicitar o elogio do símbolo feito por Denis Diderot nos Salões, sobretudo, mas não exclusivamente, no Salão de 1767. Faremos isso especialmente a partir da análise dos comentários feitos pelo filósofo…
O USO DO SÍMBOLO NO SALÃO DE 1767
O presente artigo tem como principal objetivo explicitar o elogio do símbolo feito por Denis Diderot nos Salões, sobretudo, mas não exclusivamente, no Salão de 1767. Faremos isso especialmente a partir da análise dos comentários feitos pelo filósofo…
Diderot e os Salões: a crítica a Watteau [Diderot and the Salons: critique towards Watteau]
Com base no Salão de 1765, buscaremos mostrar qual é o fundamento da crítica de Denis Diderot à obra pictórica de Antoine Watteau, além de indicar as características essenciais de uma pintura do ponto de vista diderotiano. Mostraremos como seu proje…
RAHEL E A QUESTÃO JUDAICA: SEYLA BENHABIB E A GENEALOGIA DA MODERNIDADE EM ARENDT
Em sua obra de “The Reluctant Modernism of Hannah Arendt”, Seyla Benhabib faz o exercício de questionar a formação da concepção arendtiana de modernidade. Retornando à biografia de Rahel Varnhagen, a comentadora aponta para a experiência privilegiad…
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