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JUÍZOS PASSADOS E NÃO (RE)EXAMINADOS:: PRESSUPOSTOS ARENDTIANOS PARA COMPREENDER O PRECONCEITO CONTRA ALUNOS SURDOS

Giselly dos Santos Peregrino

Autor
Giselly dos Santos Peregrino
Revista
Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE)
Edição
22
Ano
2014
DOI
10.26512/resafe.v0i22.4651
Páginas
43-56
Idioma
pt
2014Giselly dos Santos Peregrino. JUÍZOS PASSADOS E NÃO (RE)EXAMINADOS:: PRESSUPOSTOS ARENDTIANOS PARA COMPREENDER O PRECONCEITO CONTRA ALUNOS SURDOS. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE), n. 22, p. 43-56, 2014.2

Este artigo propõe-se a discutir as contribuições da pensadora alemã Hannah Arendt à reflexão acerca do preconceito contra os surdos. Para a teórica, o perigo e a força do preconceito estão na permanência deste, tão fortemente ancorado no passado que bloqueia o juízo e a experiência no presente. Torna-se, pois, fundamental (re)discutir o preconceito contra os surdos em tempos que valorizam o discurso da inclusão socioeducativa.