Pesquisa
O gosto do kitsch: esboços de uma fenomenologia crítica
Pretende-se empreender uma análise que vá além das meras definições de bom e mau gosto, bem como de uma arte “alta” em detrimento de uma arte “baixa”, além de outros preconceitos correntes, como de cultura popular, cultura erudita, arte autêntica, a…
A ORIGEM E OS SIGNIFICADOS DO KITSCH: DIÁLOGO COM AS CONTRIBUIÇÕES BRASILEIRAS
O artigo tem o objetivo de recuperar a origem do conceito Kitsch e sua evolução no tempo por meio da articulação de Karpfen (2017), Benjamin (1985), Greenberg (1986), Sontag (1964), Moles (2012), Eco (1998), Kulka (2011) e Morin (2015). Busca a comp…
O KITCH COMO FORMA DE EDUCAÇÃO ESTÉTICA
VISTO A ESTÉTICA SER UM DOS PILARES FUNDAMENTAIS DA FILOSOFIA E PARTE DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DA DISCIPLINA DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO BRASILEIRO, A PROPOSTA DESTE TRABALHO COLOCA O KITSCH COMO OBJETO DE ESTUDO NA EDUCAÇÃO BÁSICA. FRIEDRICH SC…
Variaciones Greenberg: apogeo y debacle de un crítico de arte
Partiendo del texto clásico Vanguardia y kitsch, nos proponemos analizar la obra del crítico norteamericano Clement Greenberg. Después de la intervención del Estado norteamericano en el arte entre 1935 y 1943 (los WTA), Clement Greenberg surge como…
ARTE, OBJETOS E VIDA COTIDIANA: DO NASCIMENTO AO OCASO DAS VANGUARDAS
NESTA DISSERTAÇÃO, PROCURAMOS, A PARTIR DA GRANDE EXPOSIÇÃO UNIVERSAL DE LONDRES EM 1851, O INÍCIO DE UM DEBATE MAIS INTENSO DE APROXIMAÇÃO DA ARTE COM A INDÚSTRIA PARA, ASSIM, PERCEBER COMO ELEMENTOS ESTÉTICOS COMEÇAM A PERMEAR A VIDA COTIDIANA. ES…
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