Pesquisa
Imagens disruptivas: elementos surrealistas na concepção de história de Walter Benjamin: Surreal Elements In Walter Benjamin's Conception Of History
No Manifesto surrealista, de 1924, Breton explicita o produto da atividade surrealista como uma “luz de imagem”, gerado pela aproximação involuntária de duas realidades distantes. Essa estrutura dupla da imagem surrealista tem um caráter disruptivo,…
Derivas parisienses em negativo: revelações de um espaço-tempo perdido reencontrado
Chamada por Walter Benjamin de capital do século XIX, a cidade de Paris é retratada por Eugène Atget (1857-1927) como uma metrópole em constante movimento construída sobre as ruínas da antiga Lutécia. A missão do fotógrafo é precisamente registrar o…
Derivas parisienses em negativo: revelações de um espaço-tempo perdido reencontrado
Named by Walter Benjamin as the “19th century capital”, the city of Paris is portrayed by Eugène Atget (1857-1927) as a constantly moving metropolis built on the ruins of ancient Lutetia. The photographer's mission is precisely to record the vestige…
Da psiquê ao mundo das coisas:: A materialidade dos sonhos em W. Benjamin
What are dreams made of? More specifically, how could we think the question of the materiality of dream productions in the light of the writings of Walter Benjamin? In fact, one must first face the challenge of this rather uncomfortable question: wo…
Mais sobre surrealismo e filosofia:: a questão do sujeito
This article examines the treatment of the subject and subjectivity in the realm of Surrealism. In particular, comments the procedures recommended by André Breton and Salvador Dali in order to the subjectivity prevail in its confrontation with objec…
Mais sobre surrealismo e filosofia:: a questão do sujeito
O presente artigo examina o tratamento dado ao sujeito e à subjetividade no âmbito do surrealismo. Em especial, comenta procedimentos preconizados por André Breton e Salvador Dali para que a subjetividade prevalecesse em seu confronto com a objetivi…
Da psiquê ao mundo das coisas:: A materialidade dos sonhos em W. Benjamin
De espuma? De pedra? De ferro? De vidro? De tecido? De carne? Afinal, de que matéria são feitos os sonhos? Ou mais especificamente, como pensar a questão da materialidade das produções oníricas à luz dos escritos de Walter Benjamin? Aliás, é preciso…
Filtros Avançados
Os campos preenchidos abaixo se combinam entre si (E): quanto mais campos, mais restrito o resultado.
