Artigos
O PRÍNCIPE EM SCHINDLER: UMA LEITURA POLÍTICO-FILOSÓFICA DA VIRTÙ NA SALVAÇÃO DE JUDEUS DURANTE O NAZISMO
Este ensaio propõe uma releitura filosófico-política das ações de Oskar Schindler à luz da obra O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. Longe de uma análise moralista ou romantizada, argumenta-se que Schindler pode ser interpretado como um “príncipe” maqu…
LA PERSPECTIVA DE SEGUNDA PERSONA, LA “PERSONIDAD” Y LAFILOSOFÍA TEMÁTICA: ENTREVISTA CON ANTONI GOMILA
En julio de 2023, Felipe Eleutério Pereira, estudiante de maestría en el programa de posgrado en Filosofía de la UNESP/Marília, realizó una pasantía de investigación en España como Investigador Colaborador en la Universitat de les Illes Balears (UIB…
DESVENTURAS, TRIBUNAIS E ÉTICA DA INDIFERENÇA: A EXISTÊNCIA ESTRANGEIRA COMO EXPRESSÃO DO ABSURDO EM ALBERT CAMUS
Albert Camus (1913-1960) representou uma das principais consciências críticas do último século, principalmente pelas oposições que apresentou aos regimes totalitários e ao emprego da violência revolucionária como instrumento efetivo para as mudanças…
"HEGEL: O FILÓSOFO DA LIBERDADE - BIOGRAFIA" DE KLAUS VIEWEG
Em 2024, a Editora da Universidade de São Paulo lançou a tradução da mais recente biografia sobre o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831), escrita por Klaus Vieweg, professor de filosofia na Universidade de Jena, Alemanha. A ediç…
O PROCEDIMENTO DE RAWLS COMO UMA POSSÍVEL SAÍDA PARA O PARADOXO DA TOLERÂNCIA
Neste trabalho, busca-se utilizar alguns elementos do procedimento apresentado por John Rawls em O Liberalismo Político, em especial as três primeiras conferências, como uma possível solução para o paradoxo da tolerância enunciado por Karl Popper em…
O NOVO MECANICISMO COMO ALTERNATIVA À EXPLICAÇÃO NOMOLÓGICO-DEDUTIVA
Este artigo examina comparativamente dois modelos de explicação científica: o modelo nomológico-dedutivo, proposto por Carl G. Hempel, e o novo mecanicismo, desenvolvido por autores como Glennan, Machamer, Darden e Craver. A partir da análise crític…
BEAUVOIR LEITORA DE SADE
Entre 1951 e 1952, Simone de Beauvoir publicou seu ensaio É Preciso Queimar Sade? Nesse ensaio, Beauvoir aplica o instrumental fenomenológico e existencialista que desenvolvera em seus primeiros escritos à análise da obra do Marquês de Sade. Desse m…
GOVERNAMENTALIDADE ALGORÍTMICA: OS ALGORITMOS COMO DISPOSITIVOS DE SUBJETIVAÇÃO
Este artigo discute a noção de governamentalidade algorítmica, investigando como os algoritmos são específicos em dispositivos de poder e subjetivação na sociedade contemporânea. A partir de Michel Foucault e das leituras de Gilles Deleuze, Giorgio…
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